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O Espírito do Camisa 10: “Zico, o Samurai de Quintino” ganha primeiro trailer e revisita trajetória épica do ídolo

por CRIAA · 10 de março de 2026
  • O Lançamento: A Downtown Filmes divulgou o trailer e o pôster oficial do documentário dirigido por João Wainer, com estreia nos cinemas em 30 de abril.
  • O Acervo: O filme utiliza imagens raras em VHS e Super-8, além de objetos históricos como a camisa da final do Mundial de 1981.
  • A Conexão: A obra explora a dualidade entre o subúrbio do Rio de Janeiro e a disciplina japonesa, onde Zico se tornou o “pioneiro” do futebol profissional.
  • A Tropa: Conta com depoimentos de Júnior Maestro, Ronaldo Fenômeno, Carpegiani e o acervo íntimo da família Coimbra.

A Dimensão Humana do Ídolo Para entender o futebol brasileiro, é preciso entender Arthur Antunes Coimbra. O documentário “Zico, o Samurai de Quintino”, que chega às telonas no dia 30 de abril, promete dar aula ao mostrar que a grandeza de Zico vai muito além dos gols antológicos. A produção mergulha na intimidade do craque, revelando lições de humildade e disciplina que moldaram um dos maiores atletas da história. Através de conversas exclusivas, o filme conecta gerações que viram o Galinho em campo com jovens que hoje vivem a herança deixada por ele.

Do Maracanã ao Sol Nascente A narrativa do filme, produzido pela Vudoo Filmes e Guará Entretenimento, percorre um caminho fascinante: a construção do ídolo no subúrbio de Quintino e sua transformação em lenda no Japão. O documentário mostra como a mentalidade de Zico — focada em respeito e trabalho — encontrou o solo fértil no Oriente, onde ele não foi apenas técnico e jogador, mas o desenvolvedor de toda uma cultura esportiva. Imagens de bastidores do time operário do Sumitomo e da seleção japonesa ajudam a explicar o fenômeno “Spirit of Zico”.

Relíquias Inéditas na Tela O que torna este projeto um marco para a cultura esportiva é o acesso ao arquivo pessoal do craque. São dezenas de fitas e um caderno de anotações onde Zico registrava cada passo da sua carreira. Ver a camisa 10 usada em Tóquio, em 1981, e ouvir os relatos de quem esteve na contenção dentro de campo, como o Maestro Júnior, coloca o espectador dentro da história. É um filme de não ficção sobre alguém que, para muitos, fez jogadas que pareciam puro cinema.

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