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Bicampeão: Brasil Atropela o Chile e Ergue a Taça da Kings World Cup Nations em Noite de Gala

por CRIAA · 17 de janeiro de 2026

Allianz Parque foi o cenário de uma consagração que já parecia escrita nas estrelas, mas que precisou de suor e técnica para se tornar realidade. Na noite deste sábado (17), o Brasil sagrou-se Bi campeão da Kings World Cup Nations 2026 ao vencer o Chile por um contundente 6 a 2. Diante de um estádio lotado e uma audiência global que ultrapassou milhões de espectadores simultâneos, a seleção brasileira não deu chances ao azar, controlando a partida do primeiro ao último minuto e transformando a final em um espetáculo de gols e habilidade.

1. O Início Avassalador: O “Cartão de Visitas” de Leleti e Lipão

O cronômetro mal havia completado dois minutos quando a estrela de Leleti Garcia brilhou pela primeira vez. Com um gol relâmpago, o atacante abriu o placar e incendiou a torcida paulista. A pressão brasileira não diminuiu e, aos 5 minutos, Lipão Pinheiro ampliou a vantagem, deixando a defesa chilena atordoada.

A eficiência brasileira foi traduzida nos números: o Brasil terminou o jogo com um xG (Gols Esperados) de 4.30, contra 2.62 do Chile. A superioridade nos chutes a gol (14 contra 8) e a precisão nos passes (90%) ditaram o ritmo de uma final que, apesar da valentia chilena, teve dono desde o apito inicial.

2. A Reação Chilena e o Controle de Danos

O Chile tentou reagir com Nacho Herrera, que marcou aos 9 minutos após um Shootout convertido, e diminuiu novamente aos 22 com Mathías Vidangossy. No entanto, a defesa brasileira, liderada por Matheus ‘Dedo’ (que também deixou seu gol aos 8′) e pelo goleiro Esaú Assunção, soube sofrer nos momentos de pressão.

O Brasil manteve a posse de bola em 53% e utilizou as dimensões do Allianz para cansar o adversário, explorando a versatilidade de nomes como Everton Felipe e Luan ‘Mestre’ no meio-campo para cadenciar o jogo quando necessário.

3. O MVP e o Golpe de Misericórdia

Se havia alguma dúvida sobre quem seria o dono da noite, ela foi dissipada no segundo tempo. Lipão Pinheiro marcou seu segundo gol aos 33 minutos e Leleti Garcia fechou sua conta pessoal aos 36, consolidando-se como o MVP da Final. Para selar a goleada e dar início à festa, o craque Kelvin Oliveira marcou o sexto gol aos 38 minutos, transformando o Allianz em um verdadeiro carnaval.

A seleção chilena, apesar da técnica de jogadores como Ezequiel Luna e Christian Vilches, esbarrou na superioridade física e na organização tática brasileira, que cometeu menos faltas e soube aproveitar cada brecha deixada pela defesa andina.

4. O Impacto Cultural e o Futuro da Kings League

O título brasileiro na Kings World Cup Nations 2026 vai além de um troféu. Ele consolida o Brasil como o mercado mais importante para o projeto de Gerard Piqué fora da Espanha. A mistura de entretenimento, regras disruptivas e o talento nato dos jogadores brasileiros criou a “tempestade perfeita” para o sucesso da competição.

Com o Allianz Parque servindo de palco para os shows de JapaNK, MC Marks e MC PH antes da bola rolar, a final provou que o esporte no século XXI é um ecossistema completo de música, cultura digital e performance atlética.

Conclusão: Uma Conquista Incontestável

O Brasil entra para a história como o campeão de uma edição que redefiniu o futebol de sete. Com um elenco equilibrado e estrelas que souberam brilhar sob pressão, a seleção brasileira honrou a camisa e entregou ao público o que ele mais desejava: o título em casa. O grito de campeão no Allianz Parque é o reconhecimento de um trabalho que uniu ídolos do campo, lendas do futsal e estrelas das redes sociais em um único propósito: o topo do mundo.

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