Trump “invade” festa do Chelsea e vira meme global

Trump “invade” festa do Chelsea e vira meme global

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🇺🇸 Trump se destaca mais que a taça

A comemoração do Chelsea após a vitória por 3 a 0 sobre o PSG na final da Copa do Mundo de Clubes ganhou um personagem inesperado: o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Durante a cerimônia de entrega do troféu no MetLife Stadium, em Nova Jersey, Trump apareceu ao lado do presidente da FIFA, Gianni Infantino, e permaneceu no palco da premiação mesmo após o protocolo, dividindo os holofotes com os jogadores campeões.

As reações confusas dos atletas chamaram atenção em todo o mundo. Vídeos mostram Reece James, Cucurella e Cole Palmer olhando para Trump com expressões de surpresa e dúvida. Palmer chega a perguntar “o quê?” a um colega, enquanto Trump bate palmas e conversa brevemente com o goleiro Sánchez.


🎥 Reações viram meme nas redes

Nas redes sociais, os vídeos da cena se espalharam rapidamente. A presença prolongada de Trump ao lado dos atletas rendeu comparações com “penetras em festas” e gerou montagens irônicas com trilhas sonoras de comédia. Muitos usuários questionaram a intenção do ex-presidente em permanecer no centro das atenções durante um momento reservado aos campeões.

Um dos trechos mais comentados mostra o desconforto visível dos jogadores, que demoram a comemorar após perceberem a permanência inusitada de Trump no palco. A situação virou tópico nos trends do X (antigo Twitter), no TikTok e em grupos esportivos do WhatsApp.


🗞️ Críticas na imprensa britânica

A repercussão não ficou restrita às redes. O tabloide inglês Daily Mail publicou matéria criticando a postura de Trump, dizendo que ele “roubou os holofotes do Chelsea” e atribuiu a Palmer a frase: “O que ele está fazendo aqui?”

A crítica inglesa evidencia como a presença inesperada do político transformou um evento esportivo global em uma nova disputa de narrativas, misturando futebol, diplomacia e imagem pública.


⚽ A taça do Chelsea em segundo plano?

Apesar da vitória dominante — com gols de Palmer (2) e João Pedro — e da conquista do segundo título mundial do Chelsea, o que dominou a conversa global não foi o futebol, e sim o episódio envolvendo Trump.

Especialistas em marketing esportivo analisam que, mesmo sem violar protocolos, o gesto do ex-presidente foi visto como oportunismo: “Foi um movimento calculado de exposição”, disse Andrew Spence, analista de imagem pública internacional.


📸 As imagens que viralizaram

Trump aparece em diversos registros oficiais e de agências como AFP, Getty e Reuters, sempre em posição central nas fotos da comemoração. Isso reforçou a impressão de protagonismo forçado — e ampliou ainda mais o impacto visual do momento.

Entre as imagens mais compartilhadas, uma mostra Trump sorrindo ao lado de Reece James e Cucurella, enquanto Palmer segura a taça ao fundo.


🤖 Por que isso interessa?

A cena no MetLife Stadium mostra como figuras públicas podem redefinir narrativas mesmo em eventos globais altamente protocolados. Em tempos de viralização instantânea e cobertura gerada por IA, a disputa por atenção vai além do futebol — ela se torna uma batalha de gestos, imagens e presença. O caso também lança luz sobre o papel das lideranças políticas em eventos esportivos e a forma como o inesperado domina a memória coletiva.