Família de congolês assassinado no Rio de Janeiro passa a ser a nova concessionária do quiosque; protesto pacíficos contra o racismo e a xenofobia aconteceram em várias cidades do Brasil

Família de congolês assassinado no Rio de Janeiro passa a ser a nova concessionária do quiosque; protesto pacíficos contra o racismo e a xenofobia aconteceram em várias cidades do Brasil
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A família do congolês Moïse Kabagambe, espancado até a morte na orla da Barra da Tijuca, aceitou a proposta da Prefeitura do Rio para gerir um dos quiosques que vão ser transformados em memorial. A informação foi confirmada pelo advogado dos parentes dele, Rodrigo Mondego, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ).

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Fazenda, informou que vai fazer um memorial em homenagem à cultura congolesa e africana nos quiosques Biruta e Tropicália, onde Moïse foi morto a pauladas.

Protestos neste sábado

Milhares de pessoas protestaram em memória do congolês morto no Rio

Por volta das 11h, centenas de pessoas iniciaram uma passeata pela orla do bairro. Os números chegaram aos milhares.

As duas pistas das Avenida Lúcio Costa chegaram a ser interditadas. Protestos por todo o Brasil também foram realizados neste sábado (5) para lembrar o brutal assassinato de Moïse Kabagambe e cobrar justiça para os responsáveis pelo espancamento do congolês, de 24 anos, no último dia 24. Os atos que aconteceram por todo país foram pacíficos contra o racismo e a xenofobia.

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