Lukinhas produz “Poesia de Boteco” e une pagode, rap e trap

Lukinhas produz “Poesia de Boteco” e une pagode, rap e trap

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Lukinhas, um dos nomes mais versáteis da música brasileira atual, assume a linha de frente como produtor musical em “Poesia de Boteco”, iniciativa inédita da Pineapple Storm que estreiou hoje 29 de agosto. O single reúne Lourena, Xamã, BIN, J. Eskine e o próprio Lukinhas, celebrando a fusão entre pagode, rap, trap e R&B em uma mesma faixa.

O projeto nasce no momento em que o pagode volta a ocupar o topo das paradas no Brasil. Mais do que um experimento sonoro, a proposta é resgatar a essência da batucada coletiva e conectá-la às linguagens urbanas. “É a junção da batucada original com a linguagem direta do rap e do trap. Essa mistura fortalece o pagode e amplia toda a cena urbana”, afirma Lukinhas.


🍻 O boteco como metáfora da coletividade

À frente da produção, Lukinhas costura batidas de pagode com cadências do rap e a energia do trap, criando um espaço em que todas as vozes encontram harmonia sem perder identidade. Para ele, o boteco é a metáfora perfeita dessa proposta: democrático, afetivo e cheio de histórias.

“Esse é um dos maiores e mais desafiadores trabalhos da minha
carreira, porque representa exatamente aquilo que venho construindo há
anos: o pagode urbano. Lançar esse projeto em um dos maiores canais de
música do Brasil, como produtor e cantor, é extremamente gratificante. Sinto
que é possível abrir um enorme holofote para um gênero que batalho para
fortalecer há muito tempo” , completa.

Com essa visão, o Poesia de Boteco não é apenas um lançamento, mas uma reafirmação de que a música brasileira segue reinventando suas raízes, transformando encontros do dia a dia em obras que alcançam o país inteiro.


📌 Por que isso importa?

O protagonismo de Lukinhas como produtor reforça o papel da nova geração em expandir a cena urbana. Ao unir pagode, rap e trap, o artista cria pontes entre linguagens que dialogam com a periferia, com a roda e com a rua — mostrando que o futuro da música brasileira está na fusão e na coletividade.