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Santos na mira da BlueCo: Chelsea e Strasbourg podem ganhar parceiro no Brasil

por CRIAA · 8 de setembro de 2025

Um gigante brasileiro no radar 🌍

O Santos Futebol Clube pode estar perto de um novo capítulo em sua história. A BlueCo, grupo norte-americano que controla o Chelsea (Inglaterra) e o Strasbourg (França), demonstrou interesse em adquirir o Peixe e transformå-lo em uma Sociedade AnÎnima do Futebol (SAF).

De acordo com o jornalista Lucas Musetti, uma reunião realizada em julho nos Estados Unidos entre o presidente do Santos, Marcelo Teixeira, e executivos da BlueCo deu início às primeiras discussÔes sobre a negociação.


O modelo multi-clubes da BlueCo ⚜

  • Chelsea: comprado em 2022 por ÂŁ4,25 bilhĂ”es (cerca de R$ 29,7 bilhĂ”es na Ă©poca).
  • Strasbourg: adquirido em 2023 para funcionar como “clube laboratĂłrio” no desenvolvimento de jovens atletas contratados pelo Chelsea.

No caso do Strasbourg, os efeitos foram imediatos: mais recursos financeiros, tecnologia de ponta e maior visibilidade internacional. O clube francĂȘs terminou a Ășltima Ligue 1 na 7ÂȘ posição, uma das melhores campanhas recentes de sua histĂłria.


Santos pode repetir o modelo do Bahia đŸ‡§đŸ‡·

A estratégia da BlueCo segue os passos do City Football Group (Manchester City), que jå opera no Brasil via SAF do Bahia. A ideia é criar um ecossistema no qual os clubes troquem talentos, estrutura e know-how, mantendo o controle dentro da rede.

Se confirmada, a chegada da BlueCo daria ao Santos:

  • Acesso a investimentos internacionais;
  • Integração em um projeto global;
  • Maior visibilidade para jovens da base, tradição histĂłrica do clube.

O momento do Peixe 🐟

Enquanto avalia os rumos fora de campo, o Santos encara dificuldades esportivas. O time comandado por Juan Pablo Vojvoda ocupa a 16ÂȘ posição no BrasileirĂŁo, com 22 pontos, e luta para se afastar da zona de rebaixamento. O prĂłximo desafio serĂĄ contra o AtlĂ©tico-MG, no dia 14, pela 22ÂȘ rodada.


Por que isso interessa?

A eventual entrada da BlueCo pode mudar radicalmente o futuro do Santos. Além de preservar sua tradição como celeiro de craques, o clube teria acesso a investimentos que poderiam recolocå-lo no protagonismo nacional e internacional. No entanto, também levanta debates sobre identidade, autonomia e os rumos do futebol-empresa no Brasil.

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