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Em RAP

Travis Scott é Processado por Suposta Briga em Iate

por CRIAA · 15 de julho de 2026

Travis Scott enfrenta um novo processo judicial relacionado a uma suposta briga em um iate, mesmo depois que as acusações criminais ligadas ao caso já haviam sido retiradas. ⚖️🛥️

ATUALIZAÇÃO (14 de julho):

O advogado Bradford Cohen, responsável pela defesa criminal do rapper no caso, divulgou um comunicado à XXL sobre o processo civil: “We are currently not representing Mr. Scott on this frivolous civil lawsuit… He was never charged, nor was he even accused of a battery that evening. He was arrested for Disorderly Intox. and Trespassing” (“Não estamos representando o Sr. Scott neste processo civil frívolo… Ele nunca foi acusado, nem sequer indiciado por agressão naquela noite. Ele foi preso por embriaguez desordeira e invasão de propriedade”). Cohen ainda afirmou acreditar que o processo não terá sucesso e que consideraria até mesmo entrar com uma contra ação por quebra de contrato contra o capitão, a tripulação e o proprietário da embarcação.

HISTÓRICO DO CASO:

Segundo reportagem da TMZ, funcionários da empresa de fretamento de barcos estão processando o rapper. De acordo com documentos judiciais, os autores da ação alegam que Travis fretou um barco em Miami, em junho de 2024, e ficou irritado quando o capitão não permitiu que ele usasse os jet skis, já que o rapper estava embriagado.

Travis teria então pedido para atracar o barco, saído e retornado cerca de 30 minutos depois já bastante confrontador. O capitão afirma ter decidido encerrar o passeio, o que teria irritado o rapper, que supostamente atacou o capitão e ameaçou matá lo. O processo também alega que Travis agrediu outros funcionários que tentaram intervir, antes da chegada da polícia, que o retirou da embarcação.

Travis chegou a ser preso em junho de 2024, acusado de duas contagens de embriaguez desordeira e invasão de propriedade. À época, seu advogado já negava qualquer confronto físico, e dois meses depois, todas as acusações criminais foram retiradas pelos promotores.

Agora, os funcionários buscam indenização por agressão, ameaça, cárcere privado e outros danos não especificados.

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