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Destiny’s Child prepara remixes inéditos para 2026

por CRIAA · 27 de julho de 2026

Mais de duas décadas após o lançamento do último álbum de estúdio do Destiny’s Child, os fãs podem receber novidades do grupo ainda em 2026. Mathew Knowles, pai de Beyoncé e ex-empresário da formação, revelou que uma seleção de remixes inéditos está sendo preparada para lançamento.

Durante entrevista ao programa Page Six Radio, da SiriusXM, Mathew afirmou que o projeto contará com gravações de Beyoncé, Kelly Rowland e Michelle Williams, além de versões dançantes, urbanas e participações de rappers. O material deve começar a chegar ao público dentro de aproximadamente 30 dias, embora ainda não exista uma data oficial. (COMPLEX)

Remixes nunca lançados

Mathew Knowles explicou que existe uma quantidade significativa de material do Destiny’s Child que nunca chegou oficialmente ao público. A proposta é resgatar parte desse acervo e apresentar novas versões de músicas gravadas pelo grupo.

Segundo o ex-empresário, o projeto reúne diferentes formatos: remixes voltados para as pistas de dança, versões urbanas e faixas com rappers convidados. Mathew também garantiu que as gravações contam com as integrantes do grupo.

Apesar da empolgação provocada pelo anúncio, ainda não está claro se o material será organizado como um álbum completo ou lançado gradualmente como uma sequência de singles.

Missy Elliott está entre as participações

Entre os poucos nomes revelados por Mathew Knowles está Missy Elliott. Ele confirmou o envolvimento da rapper em uma das gravações, mas evitou revelar qual música recebeu a colaboração ou quando ela será disponibilizada. (THEGRIO)

Missy já possui uma relação importante com o catálogo do Destiny’s Child. Ela participou da produção e dos vocais de “Confessions”, presente no álbum The Writing’s on the Wall, de 1999, e também apareceu em uma versão remixada de “Bootylicious”.

A presença da rapper aumenta a expectativa em torno do material guardado nos arquivos do grupo, especialmente pela importância das duas artistas na construção do R&B e do pop durante o início dos anos 2000.

O projeto não representa uma reunião oficial

Até o momento, não existe confirmação de que Beyoncé, Kelly Rowland e Michelle Williams tenham voltado ao estúdio para gravar músicas novas. O anúncio está relacionado a remixes e gravações inéditas já existentes no acervo do Destiny’s Child.

Também não foram divulgados planos para uma nova turnê ou para uma reunião permanente do trio. Por isso, o projeto deve ser encarado como uma celebração do legado do grupo, e não como a confirmação de um retorno definitivo.

As três artistas, no entanto, voltaram a dividir o palco em julho de 2025, durante o encerramento da Cowboy Carter Tour, de Beyoncé. A aparição renovou as esperanças dos fãs por uma nova reunião, mas nenhuma agenda conjunta foi anunciada desde então.

Um catálogo que atravessou gerações

Formado nos anos 1990, o Destiny’s Child se tornou um dos grupos femininos mais importantes da história do pop e do R&B. Músicas como “Say My Name”, “Survivor”, “Bootylicious”, “Independent Women” e “Jumpin’, Jumpin’” permanecem como referências culturais mais de duas décadas depois.

O último álbum de estúdio do grupo, Destiny Fulfilled, foi lançado em novembro de 2004. No ano seguinte, Beyoncé, Kelly Rowland e Michelle Williams anunciaram que seguiriam caminhos separados após a conclusão da turnê mundial.

Em abril de 2026, Survivor também completou 25 anos. Lançado em 25 de abril de 2001, o projeto marcou o primeiro álbum da formação como trio e ajudou a consolidar definitivamente o nome do Destiny’s Child na história da música.

Agora, os remixes prometidos por Mathew Knowles podem abrir uma nova janela para esse período. Não se trata necessariamente de um novo capítulo criativo, mas de uma oportunidade para revisitar o catálogo do grupo e descobrir registros que ficaram guardados durante anos.

Sem título ou formato oficial anunciado, o projeto ainda está cercado de mistério. Mas, para os fãs que aguardam novidades há mais de 20 anos, saber que existem gravações inéditas no caminho já é motivo suficiente para deixar o club “jumpin’, jumpin’”.

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